Memória.
De formiga não vale a pena.
De elefante dói.
Entreveiros em linhas tortas e outras pensaduras
Memória.
De formiga não vale a pena.
De elefante dói.
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Rodrigo
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Observado como: Vladimir Mayakovsky
Onde põe a mão quebra. As vezes sem querer.
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"Fractais (do latim fractus, fração, quebrado) são figuras da geometriaEuclidiana. não-
A geometria fractal é o ramo da matemática que estuda as propriedades e comportamento dos fractais. Descreve muitas situações que não podem ser explicadas facilmente pela geometria clássica, e foram aplicadas em ciência, tecnologia e arte gerada por computador. As raízes conceituais dos fractais remontam a tentativas de medir o tamanho de objetos para os quais as definições tradicionais baseadas na geometria euclidiana falham.
Um fractal (anteriormente conhecido como curva monstro) é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente auto-similares e independem de escala. Em muitos casos um fractal pode ser gerado por um padrão repetido, tipicamente um processo recorrente ou iterativo.
O termo foi cunhado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, que descobriu a geometria fractal na década de 70 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar.
Vários tipos de fractais foram originalmente estudados como objetos matemáticos."
Fonte: Wikipédia
Em suma... BOA VIAGEM!
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Querida e sempre amada,

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Tem dia para tudo no nosso calendário, mas uma das coisas mais importantes era quase que ignorada: O SEXO. Sabemos que se deve ao puritanismo, preconceitos, tabus e outras coisas, não quero me deter ai, mas a sociedade "evoluiu", ou não?
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SE EU FOSSE LUPISCÍNIO
Eu não sou o Lupiscínio
Ai meu Deus, quem dera fosse
Pôr o mal que você trouxe
Num sambar de tirocínio
Eu não sou o Noel Rosa
Mas bem que podia ser
Desdenhar seu proceder
Através de verso e glosa
Estou à léguas de Francisco
Não freqüento Caetano
Nem seu círculo baiano
Sou poeta à conta e risco
A quilômetros do Tom
E se fosse assim tão bom
Não perdia o tempo amigo
Descrevendo o pormenor
De um romance tão menor
Como foi o meu
contigo
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Rodrigo
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Há muito tempo sim, venho morrendo. Cada abdicação é um ato de morrer. A abdicação não é morte que aniquile; é morte que vivifica.
Se temos consciência de que em nós, outros valores fazem morada, é preciso que os consideremos no conduzir nosso destino. No convívio desses valores, precisamos abdicar da palavra e dos pensamentos; esses dois abdicares são os requisitos que encontram afinidade com a morte.
Não abdico dos bens porque não os tenho; mesmo se os tivesse, não me teria prendido a eles; não são os bens que nos dissipam; nós é que nos dissipamos pela obsessão com que os preservamos.
Se eu vou precisar fazer uma prova na faculdade, eu preciso estudar, preparar-me; por que não adotar o mesmo critério se a morte é uma prova? De maneira que minha abdicação seja um ato de adaptação ao que está por vir.
Morro todo dia na minha condição de recluso; morro todo dia e a solidão vem me cochichar segredos de outras instâncias, onde a sabedoria é cantora mestra; fico motivado por aderir-me ao coral dos espíritos que souberam afinar-se nos diapasões de outras plagas. Ali a sabedoria dá o tom e as vozes se espalham pelos recantos do sem-fim.
Deixo meu testamento composto de intenções; é só pegar e registrar como de cada um; os herdeiros serão aqueles a quem servirem os bens de meu testamento.
Deixo minha alma entre amigos; ela será testemunha de que não soneguei o saber, já porque nada sabia.
Por fim peço a meus amigos que, se encontrarem algum espólio de mim em seu coração, dividam com outros; que a semente se propague de geração em geração.
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Rodrigo
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