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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O Observador - Um Conto Zen

Certo dia um rei chamou ao seu palácio o mestre zen Muhak - que viveu de 1317 a 1405 - e lhe disse que, para afastar o cansaço e a tensão do trabalho administrativo, queria ter uma conversa completamente informal com ele. Em seguida, o rei comentou que Muhak parecia um grande porco faminto procurando comida.
- E você excelência, parece o Buda Sakiamuni meditando, sobre um pico elevado dos Himalaias.
O rei ficou surpreso com a resposta de Muhak.
- Comparei você a um porco, e você me compara ao Buda?
- É que um porco só pode ver porco, excelência, e um Buda só pode ver Buda.

Este é um conto Zen extraído na íntegra do site da Associação Gnóstica, visite-o! Muito bom!
Em tempo, o significado da palavra Gnosis - Em primeiro lugar, a palavra gnosis vem do idioma grego e significa “conhecimento”. Contudo, este conhecimento é de natureza específica e se refere exatamente a um conhecimento espiritual, popularmente conhecido como “iluminação”. Para designar este conhecimento espiritual, o idioma sânscrito nos oferece o termo gnana, que possui o mesmo significado e compartilha da mesma raíz da palavra gnosis.
O gnóstico, portanto, é aquele indivíduo dedicado à aquisição, prática ou experimentação da gnosis, do conhecimento espiritual, ou ainda, do conhecimento daquilo que é de natureza espiritual e incondicionado. O gnóstico persegue o conhecimento de Deus, Brahman, Tao, Dharmakaya, Alá.

domingo, 4 de novembro de 2007

O Inferno e o Céu coletivos

Eu estou cheio de idéias, mas sem paciência para colocar no papel como merecem. Farei, prometo, mas não hoje!
Para não deixar de atualizar e contribuir com um cadinho de cultura, segue esse lindo texto extraído na íntegra (O que aliás, tem se tornado uma constante neste blog!) do blog da Associação Gnóstica. Muito bom! Visite-o, vale cada clique!

"Mestre e discípulo foram até uma região onde havia fartura de arroz mas os habitantes daquele lugar possuíam talas em seus braços, o que os impedia de levarem o alimento à própria boca. No meio daquela fartura, passavam fome e eram fracos e subnutridos!
- Veja! - Disse o Mestre - Isto, é o inferno coletivo.
Em seguida, o Mestre guiou o Discípulo para uma região próxima e mostrou que nela também havia fartura de arroz e as pessoas também tinham os braços atados a talas mas eram saudáveis e bem nutridas pois uma levava o arroz à boca do outro, em um processo de interdependência e cooperação mútua.
- E isto é o Céu coletivo."