sábado, 27 de dezembro de 2008
Mas ela têm dúvidas, uai... natural!
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
A certeza da natureza
A planta não pensa nos dias que já foram, mas nos que virão. Se as plantas estão certas que a primavera virá, por que nós - os humanos - não acreditamos que um dia seremos capazes de atingir tudo o que queremos?"
Kahlil Gibran - Cartas de Amor do Profeta
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20:23
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Pensadura ao cair da noite... II
Memória.
De formiga não vale a pena.
De elefante dói.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
Pensadura ao cair da noite...
Onde põe a mão quebra. As vezes sem querer.
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Rodrigo
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
No corpo, a poesia é o presente!
De que vale tentar reconstruir com palavras
o que o verão levou
entre nuvens e risos
junto com o jornal velho pelos ares?
O sonho na boca, o incêndio na cama,
o apelo na noite
agora são apenas esta
contração (este clarão)
de maxilar dentro do rosto.
A poesia é o presente.
*Ferreira Gullar, ou tio José como alguns preferem...
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Rodrigo
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Tristeza
Claro, pesquei por ter gostado, mas tem endereço próprio!
É a dor de esticar a mão e não alcançar o objeto, o braço encolheu; a tristeza tem causa em algo que nos escapou; portanto, nutre-se do passado.
Na perda de um ente próximo, quando se exaltam suas qualidades, por trás do que se diz, fica a impressão de que a exaltação se dá pelo que se perdeu com a ausência dele.
Assim a tristeza se veste com roupas antigas e se mascara com o novo; sabe conduzir a mente a voltar-se para as periferias si mesma.
A tristeza tem o dom de tornar um ambiente escuro, sombrio; não se saber abdicar do que se perdeu; não se aproveita a derrota para aprender algo; não se cresce com a derrota.
A tristeza nos arrasta para o passado e o passado é um tempo fora de nossa realidade aqui e agora. Viver no passado é alienar-se, sair de si mesmo para um tempo que já não mais existe; ai a tristeza faz ninho.
Mesmo na perda mais pessoal é preciso entender aquilo com um exercício de abdicação, de solidão, uma possibilidade de despertar outras potencialidades que se encontravam latentes.
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21:30
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Cíclico
São os mais diversos, têm início, meio e fim, compõem e movem tudo; o dia é um ciclo, as marés, as estações e por ai vai, a vida é um ciclo finito, feito de ciclos menores. Tudo é parte de ciclos.
Se é sabido, o que falta é compreender; ligar os pontos! Tudo é "muito simples", na agricultura é assim e pode ser um grande exemplo. Todos sabemos que o ciclo do feijão é um. Ignoro o ciclo, mas sei da existência. Nas outras coisas relacionadas à vida, ocorre de maneira semelhante.
Se para tudo existe um ciclo, assim como no feijão, basta saber a hora, o time do ciclo. O feijão sei que existe um período do ano, dependendo de fatores externos também, como temperatura, umidade, pressão, que é favorável ou não ao plantio. E que se realizado no período mais apropriado, tratado em condições favoráveis, com cuidado, pode gerar uma linda florescência e conseqüentemente excelentes frutos, que por sua vez nos dará uma farta colheita. Mas olha como têm ciência, já sabemos que não adianta tentar colher os frutos enquanto estão na fase da florada, pois teremos flores, e não frutos, a não ser que queiras as flores, desinteressante no caso do feijão... Se plantado no período da colheita, mesmo que tenham outros fatores externos positivos, a colheita deste plantio será fraca. Talvez se plantado na época da colheita, só colheremos praga.
O feijão é simples. Existe até um Instituto do Feijão(!). Entre em contato e darão todas as dicas, dirão que existem um tanto de tipos, assim e assim, e tem folhetos, e formulas quase prontas, feito receita de bolo.
E na vida? Se nos considerarmos de tipos, regiões distintas, nascidos de outros feijões com outro tanto de peculiaridades, boas ou não, num exato segundo, num exato local...
O negocio é o seguinte, se o time existe, qual o meu? Qual o seu? O meu casa com o seu quando? E quando não? Não adianta, não tem o Instituto da Pessoa, só o dos Feijões, e aí?
Olha que interessante, no dia que você nasceu, se tirássemos uma foto do céu, olhado daquele ponto geográfico, teríamos um panorama, com o Sol num canto a tantos graus, a Lua noutro, Júpiter noutro etc, mas se andássemos dez quilômetros para a direita ou esquerda seria outro. Uma estrela a mais nasceria num canto e uma outra morreria e os ângulos com os corpos celestes mais próximos da Terra seriam outros. Na China por exemplo, seria outra foto, completamente diferente.
Se a terra, por conta de muita energia surte efeito em nós, a começar da gravidade do nosso planeta e também a influência magnética dos outros corpos celestes, podemos dizer que o feijão da China é diferente do nascido aqui no mesmo instante.
Então, a vida, um ciclo não repetitivo que teve início no momento do nascimento, teve início com mais energia em determinados assuntos por conta de ângulos exatos ou não com determinados planetas. Se você acompanhou realmente até aqui, imagine só: o ciclo tem início, meio e fim. Pode ser repetitivo ou não. Então podemos dizer que o momento exato do seu nascimento é único frente à latitude e longitude em ângulos com os corpos celestes, e por conta de dois objetos não ocuparem o mesmo lugar ao mesmo tempo, você é único!
Mas falávamos que esse ciclo é formado de outros ciclos, sim, e ele termina e inicia no exato momento do seu aniversário, ou não? Quando a terra der uma volta completa no Sol ou se quiser exatidão de números aos 365 dias 5 horas 48 minutos e 45 segundos após. Se é o inicio e o fim de um ciclo, o seu aniversário é um momento mais que especial, é mágico!
Claro, afinal aquele inicio de ciclo terá tônicas pertinentes à "soma" do momento do seu nascimento com aquele momento, favorecendo itens e desfavorecendo outros. Digo soma, mas não é nada disso, apenas uma forma mais branda, existe um monte de cálculos físico-matemáticos acerca disso, mas haverão alterações por conta das angulações dos corpos celestes e a influencia delas no momento do seu nascimento.
Se formos entrar mesmo no mérito a conversa vai muito longe, e é boa, mas o ponto alto é descobrir o time. Quando plantar? Quando colher?
Tem ciência! Astrologia. Substitua a palavra foto por Mapa Astral, ou Mapa Natal e o nome do assunto que falava é: Revolução Solar. Pesquise! Funciona, é ciência não é oráculo!
E não estou para explicar, estou para despertar, provocar!
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quinta-feira, 17 de julho de 2008
O Sapo, um conto Zen
Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo e no final não fazemos nada? Na vida temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis outras difícies. Rir é correr o risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor as idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado. Viver é correr o risco de morrer. Ter esperança é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior fracasso na vida é não arriscar nada. A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor mas não aprende, não sente, não muda, não cresce, não vive. É uma escrava que teme a liberdade. Apenas quem arrisca é livre.
Texto extraído na integra daqui!
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terça-feira, 15 de julho de 2008
Se eu fosse Lupiscínio
Desfrutem de qualquer forma, é bonito e do Castelo; aquele do conjunto Língua de Trapo! Não é do seu tempo? Não lembra? Ah, paciência, visite a página dele, é um excelente blogador!
SE EU FOSSE LUPISCÍNIO
Eu não sou o Lupiscínio
Ai meu Deus, quem dera fosse
Pôr o mal que você trouxe
Num sambar de tirocínio
Eu não sou o Noel Rosa
Mas bem que podia ser
Desdenhar seu proceder
Através de verso e glosa
Estou à léguas de Francisco
Não freqüento Caetano
Nem seu círculo baiano
Sou poeta à conta e risco
A quilômetros do Tom
E se fosse assim tão bom
Não perdia o tempo amigo
Descrevendo o pormenor
De um romance tão menor
Como foi o meu
contigo
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terça-feira, 24 de junho de 2008
"Ansiedade", mas não é meu... caiu do céu!
Hoje quando procurava por um e-mail achei um outro que nem me lembrava. Retirei o texto não sei de onde e como não deixei marcas, não sei qual foi seu ilustre autor. Seja de quem for, se souberem, me informem para dar devido crédito, afinal não é meu, mas adorei reler isso hoje.
É engraçado, tem coisas que fazem tanto sentido para nós em certos momentos e caem assim, do céu...
Ansiedade
Estou só e minha solidão nutre a insegurança e o medo cresce; aborreço-me de qualquer presença, embora compreenda que, só por ela, eu consigo acalmar essa ventania que me torce os nervos e se enrola dentro de mim, parecendo levar os órgãos do estômago a se dispersarem num vôo para lugar algum.
Estou só; os de fora não entendem a singularidade de minha apatia; ela cresce em descrença de tudo; por vezes me vem uma sombra, um desejo de antecipar o tempo, numa explosão vazia. Não faço isso enquanto houver unhas para roer, até que alguém me ridiculariza pelo estrago.
Bem que eu podia ficar sem essa; sinto-me ofendido e transfiro meu tédio para o ofensor; não conhece meu drama; centro nele meu asco amargo e me esqueço de mim mesmo... então percebo o início de uma mudança; foi tão simples; foi apenas um locomover da mente, uma alteração de foco. Passada a sexta-feira santa, eu já encaro a vida com olhos de sábado de aleluia. O que aconteceu comigo? Ah! Já sei: foi apenas o esquecer de mim mesmo; foi apenas um desvio da mente para outro lado.
Eu teria me livrado de tudo aquilo se tivesse feito convergência no coração, porque ali está a cura de todos males. Entendo agora aquela máxima, segundo a qual “o coração tem razões que a própria razão desconhece".
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domingo, 22 de junho de 2008
Colagem de quem morre aos poucos... será?
Não faz sentido? Leia a mais esta colagem de texto do querido amigo Manoel Nery!
A morte de mim mesmo
Há muito tempo sim, venho morrendo. Cada abdicação é um ato de morrer. A abdicação não é morte que aniquile; é morte que vivifica.
Se temos consciência de que em nós, outros valores fazem morada, é preciso que os consideremos no conduzir nosso destino. No convívio desses valores, precisamos abdicar da palavra e dos pensamentos; esses dois abdicares são os requisitos que encontram afinidade com a morte.
Não abdico dos bens porque não os tenho; mesmo se os tivesse, não me teria prendido a eles; não são os bens que nos dissipam; nós é que nos dissipamos pela obsessão com que os preservamos.
Se eu vou precisar fazer uma prova na faculdade, eu preciso estudar, preparar-me; por que não adotar o mesmo critério se a morte é uma prova? De maneira que minha abdicação seja um ato de adaptação ao que está por vir.
Morro todo dia na minha condição de recluso; morro todo dia e a solidão vem me cochichar segredos de outras instâncias, onde a sabedoria é cantora mestra; fico motivado por aderir-me ao coral dos espíritos que souberam afinar-se nos diapasões de outras plagas. Ali a sabedoria dá o tom e as vozes se espalham pelos recantos do sem-fim.
Deixo meu testamento composto de intenções; é só pegar e registrar como de cada um; os herdeiros serão aqueles a quem servirem os bens de meu testamento.
Deixo minha alma entre amigos; ela será testemunha de que não soneguei o saber, já porque nada sabia.
Por fim peço a meus amigos que, se encontrarem algum espólio de mim em seu coração, dividam com outros; que a semente se propague de geração em geração.
Fora disso, é o vazio em que já vivo, celebrando a cada dia a morte de mim mesmo.
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Inclusão Digital
No Brasil, a verdadeira inclusão digital é o exame de próstata!
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
O Observador - Um Conto Zen
- E você excelência, parece o Buda Sakiamuni meditando, sobre um pico elevado dos Himalaias.
O rei ficou surpreso com a resposta de Muhak.
- Comparei você a um porco, e você me compara ao Buda?
- É que um porco só pode ver porco, excelência, e um Buda só pode ver Buda.
O gnóstico, portanto, é aquele indivíduo dedicado à aquisição, prática ou experimentação da gnosis, do conhecimento espiritual, ou ainda, do conhecimento daquilo que é de natureza espiritual e incondicionado. O gnóstico persegue o conhecimento de Deus, Brahman, Tao, Dharmakaya, Alá.
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sábado, 24 de novembro de 2007
Ditados para lembrar...
"Cesteiro que faz um cesto, faz um cento."
" O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício."
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Na área! Observando sempre!
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O velho que nunca amou
Extraído de:Türkische Märchen, Eugen Diederichs Verlag, Jena, 1925
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domingo, 4 de novembro de 2007
Comentário - Pensadura - O Mestre e seu Discípulo
"Aquela do pássaro congelado é muito boa; o pássaro ia morrer no âmbito da terra; o discípulo o preparou para as alturas, para um plano superior, conduzido por uma águia; essa é também a função dos homens: preparar outros que voem como pássaros a outros planos, conduzidos pela própria alma."
Grande Manoel! Como podes dizer que tens débito comigo? Aff...
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O Inferno e o Céu coletivos
- Veja! - Disse o Mestre - Isto, é o inferno coletivo.
Em seguida, o Mestre guiou o Discípulo para uma região próxima e mostrou que nela também havia fartura de arroz e as pessoas também tinham os braços atados a talas mas eram saudáveis e bem nutridas pois uma levava o arroz à boca do outro, em um processo de interdependência e cooperação mútua.
- E isto é o Céu coletivo."
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Pensadura - O Mestre e seu discípulo
Dizia que havia num país asiático, no alto de um punhado de montanhas um monge e seu discípulo.
Os dois meditavam num espaço aberto apesar do frio intenso em busca do auto-conhecimento, entendimento do ecossistema e das forças da natureza sobre nós, quando de repente caiu do céu um pássaro congelado.
O discípulo atônito, não conseguiu concentrar-se mais e correu para junto do pássaro. Com seu coração puro, cheio de compaixão, clamou ao Mestre uma explicação para a natureza ser tão cruel e o que fazer com o congelado e indefeso animalzinho.
Neste exato momento, a vaca que pastava a poucos passos defecou uma enorme quantidade daquilo que amanhã viria tornar-se esterco.
O Mestre sem pestanejar mandou o discípulo colocar o pássaro sobre as fezes da vaca.
Relutante, mas confiante em seu mestre, o discípulo acomodou o animal como se fosse aquilo uma cama confortável.
Ainda sobre as ordens do seu Mestre, mas sem muita concentração voltaram ao Mantra e Tantra que haviam parado.
Após alguns instantes o pássaro que quase jazia congelado voltou a piar.
- Piiiu, piiiiiiu, piiiiiiiiu, piu-piu-piu. Piiiiiiiiiiiiiu. A cada piado, o pássaro aumentava o volume e o tom se tornava ainda mais agudo.
O discípulo ficou confortado, realmente feliz por ter salvado o pobre e refletia em seu Mestre a luz que o imaginava ter.
Quando menos esperavam, uma águia (ou gavião, como queira), deu um mergulho rápido e "vlap". Levou-o em suas garras.
Do pássaro somente algumas penas agora caiam do céu.
O discípulo desta vez completamente transfigurado, com um peso de culpa enorme, que inclusive fazia questão de dividir com o Mestre pediu uma justa explicação, afinal por conta deles o pássaro que estava quase morto estava agora sendo destraçalhado pelo bico afiado da ave faminta, sentindo a sensação da morte dura e difícil mais uma vez e o que fazia com que ele, o discípulo, sentisse em suas entranhas cada bicada dada e imaginada, além do frio cortante.
O Mestre olhou-o com sobriedade e muito sereno disparou:
- É simples querido discípulo: Nem todos que te põe na merda querem teu mal. Assim como nem todos que te tiram dela querem teu bem. Mas o mais importante de tudo isso e a lição mais clara desta cena trágica: quando estiveres na merda fique de bico fechado, não dê nenhum piu.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Frase de Mestre! Ou, muito boa Pensadura!
Manoel Nery, meu querido, obrigado pelas palavras tão raras, cheias de luz!
Passem por lá e vasculhem o arquivo! O Blog dele é muito bom!!!
"As provações nos depuram na proporção em que nós compreendemos a função delas; na medida em que buscamos por elas um sentido maior que elas nos apontam."
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Rodrigo
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